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Colégio Joana D'arc

Referência na formação de vencedores.

 

 

                                          O NÚMERO DE ALUNOS POR CLASSE

 

                                                 O NOSSO DIFERENCIAL

 

 

 

Só quem está afeito às particularidades do Ensino tem possibilidade de avaliar a diferença que faz o número de alunos em uma sala de aula.

O número de alunos é determinante, tanto no aspecto pedagógico como no econômico. Considerando um estabelecimento que mantenha classes com 45 alunos, a despesa com folha de pagamento, a mais pesada, é menos da metade da escola que mantem classes com 20 ou 25 alunos.

 Quanto ao aspecto didático, então, as diferenças são enormes. Diríamos que com 45 ou 50 alunos em classe o professor não consegue conhecer a todos, durante um ano, o que tem reflexos na sua avaliação.

Não nos esqueçamos que uma aula é um instante interativo sim, enquanto houver comunicação professor/aluno, aluno/professor, o que só acontece com um número limitado  de alunos em sala.

O mais absurdo é que há escolas que fazem disso um motivo de marketing, iludindo alunos que isso é melhor, é mais prestigioso estudar numa sala com 50 alunos, onde o professor é obrigado a usar equipamento de som para ser ouvido. Como não poderia deixar de ser, nesses casos, os alunos são proibidos de fazerem perguntas. As possíveis perguntas devem ser feitas a um monitor, após a aula (??). Numa linguagem figurada: é uma quebra da espinha.

O Joana D’Arc, fiel aos seus princípios de preparar bem os alunos, sempre manteve e mantém classes com números compatíveis com a possibilidade de um efetivo aprendizado.

A propósito, encontra-se em discussão, no Congresso Nacional, um projeto de lei que pretende regulamentar o número de alunos por sala de aula.

 

 

 

O Ensino Médio

 

Muito se tem falado a respeito do Ensino Médio. São vários os temas que trazem sempre a discussão para o Ensino Médio. Na verdade, é um curso que não se fecha em si mesmo. Significa dizer: de pouco vale o aluno ser bem avaliado no Ensino Médio do seu colégio. A avaliação que conta é a externa e extraescola. Durante muito tempo, o importante era ter sucesso em vestibulares de boas faculdades. Havia todo um esquema promocional, baseado no número de alunos que a entidade colocava em faculdades.

O Enem veio desviar esse foco.

Acontece que tanto os vestibulares de antigamente quanto o Enem de hoje passam a ser os vilões do ensino, na medida em que determinam o que o aluno precisa saber. Não raro ouvimos: “- Tal matéria não precisa estudar, pois não está na relação do vestibular”. “Tal livro não é preciso ler, pois não cai no vestibular.”

E, nesse quadro, como fica o Ensino Médio? Ele está sendo descaracterizado, tomando, cada vez mais, o formato de um “cursinho” preparatório para o Enem ou para o vestibular. Se o aluno preparado dentro dessa perspectiva terá bom desempenho na faculdade, é uma questão a ser discutida, pois em cursos apostilados, com professores cumprindo rigorosamente a matéria a ser dada, o aluno sequer tem o direito de fazer perguntas, em caso de dúvida. É um esquema perverso, sob o aspecto educacional, pois é fazendo pergunta que o aluno aprende. Tudo é montado para incentivar a disputa entre as escolas. O aluno é apenas um dado.

E a escola alegre, onde o professor era um orientador importante e onde o aluno aprendia sem traumas? No esquema atual não há, por exemplo, lugar para aulas de laboratório. Não! Laboratório não cai no vestibular, ou no Enem, então, para quê? Professores de outras escolas já me perguntaram: “- Quantas vezes por mês seus alunos vão ao laboratório?”, “- Quantas vezes por mês?” - perguntei.” - Sim, porque os nossos vão, assim que se termina um capítulo.”

No Joana D’Arc o laboratório tem estrutura de uma disciplina e é dado, semanalmente. É a melhor forma de entrar em contato com os fenômenos estudados na teoria.

O que encontramos em muitas escolas são alunos submetidos a séries imensas de exercícios sem, muitas vezes, entenderem do que eles tratam. Não é à toa o grande número de desistências de alunos, após entrarem no curso superior. Notícias recentes dão conta que 11% dos alunos que ingressam em universidades oficiais do Estado de São Paulo desistem. É um número apreciável. Certamente foram preparados tão somente para entrar na faculdade e não para cursá-la.

O Joana D’Arc prepara os alunos para o curso superior. É muito comum ouvirmos relatos de alunos nossos que são inquiridos na faculdade sobre como conhecem determinada matéria que os demais ignoram completamente.

Para regozijo nosso, foi excelente o número de alunos que passaram no exame da FUVEST/2013, sem contar com o grande número de alunos que já haviam entrado em outras faculdades, públicas ou particulares.

Nós, do Joana, mais uma vez sentimo-nos felizes: estamos, certamente, cumprindo nossa missão de EDUCAR para a vida!